A aula começou com as apresentações, nossa turma desse semestre é uma
junção de várias personalidades e relacionamentos fortes. Interessante
foi notar como as turmas funcionaram como forças complementares
criando uma espécie de “equilíbrio dinâmico”.
O Professor Diogo passou as regras gerais, distribuiu as carteirinhas
para entrada e recomendou assisitirmos a peça que terá no SESI dia
14/08/11, para discutirmos na próxima aula.
Fizemos o jogo da bolinha, onde se fala nome da pessoa e joga pra ela.
(não taca). A evolução do jogo continuou até terem quatro bolinhas em
jogo.
Depois, tinha que jogar para a pessoa já falando o nome pra quem devia
jogar em seguida, que foi até terem duas bolinhas em jogo.
O próximo jogo foi de falar o nome da pessoa e trocar de lugar com ela
na roda, tendo o cuidado de ir só uma dupla por vez. Em seguida, sem
chamar, usando só o olhar.
Depois usamos a frase “Ser ou não ser eis a questão” (Ato III, Cena I;
o discurso da caveira é "Ah, pobre Yorick", no Ato V de Hamlet)
Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer... dormir: não mais.
Usamos a frase inicial passando uma palavra para cada um da roda,
apresentamos dificuldade no “questão” (uma palavra mas duas sílabas),
e por ter dois “ser”, não sabendo se a próxima palavra era “eis” ou
“ou”. Ainda mudamos o sentindo na roda.
Em seguida, lemos a “Peça coração” do Heiner Muller (1929-1995).
A peça é curta, e brinca com inocência, se operou ou não na hora de
tirar o coração. Usamos o mesmo principio do exercício anterior, lendo
uma frase por pessoa, depois ficamos com um olho no gato e um no
peixe, direcionando a frase para alguém. Depois lemos de novo mais
devagar, com bastante articulação, com intenção diferente e finalmente
com foco em uma palavra para ressaltar.
Protocolo: por James Salinas-------------------------- Professor Diogo